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Culpa, Não! Não é cansaço, é exaustão...

Lembra do Culpa, Não! da revista Pais & Filhos que eu apresentei nesse post?

O tema desse mês é "Não é preguiça, é cansaço," - que no meu caso bem poderia ser: Não é cansaço, é exaustão... rsrsrs...

Hoje tem texto com o meu depoimento por lá! Clica aqui para conferir! Espero vocês!!!

Seis meses, três meses e um look do dia...

É bastante coisa ao mesmo tempo, hein?

Hoje o João faz seis meses! Há cento e oitenta dias conheci o furacão que ia mudar a minha vida para sempre. Ele chegou de mansinho, quietinho, demorou a chorar – sua personalidade já se mostrava na sala de parto! – e tomou conta de cada espaço livre na minha vida - sem contar os já antes ocupadíssimos que ele requisitou para si - e de cada segundo do meu tempo. Me transformou completamente! Hoje posso dizer sem sombra de dúvidas que sou uma pessoa melhor, mais consciente, mais preocupada, sensata, dedicada, amorosa e tranquila. E tudo isso por conta do amor maior do mundo que esse homenzinho me despertou.

Filho, a mamãe não tem palavras para descrever tudo o que você significa... Furacão de amor é um bom começo! Te amo daqui até a Lua – ida e volta!

E a transformação foi tão grande, o aprendizado tão intenso que há três meses nascia esse blog. Outro filhotinho que eu botei no mundo e – ok, meio negligente às vezes, mas pelo melhor motivo ever! – alimento, cuido e crio com o maior carinho. É hoje a minha segunda prioridade e fonte de alegria, satisfação e preocupação. Preciso agradecer especialmente às minhas amigas, leitoras e seguidoras – sei que tem garotos por aqui também, mas como as meninas são maioria, me deixem usar o plural no feminino só aqui, ok? Vocês são o combustível que me move a sentar na frente do computador e passar as minhas poucas horinhas livres escrevendo, lendo, editando e pesquisando para dividir as minhas descobertas, peripécias, erros e acertos e trazer sempre algo inusitado, interessante e que agregue informação – espero!

Para comemorar esses marcos, resgato uma TAG que está meio esquecidinha aqui no Eu e meu Bebê: o look do dia!

Semana passada o João saiu assim para um passeio com a vovó:





 Abrigo de moletom preto – feito pela própria avó! – bandana de caveirinha e tênis com detalhe em verde limão. Bem quentinho e confotável para um passeio de carrinho pelo bairro!

Sem contar o que ele implicou com o bendito do tênis...rsrsrs...

Resultado da Promoção Somos Mil

Como prometido, hoje venho aqui contar quem ganhou a toalha incrível da Cotton Cloud.

A ganhadora foi a Natalya Timoteo Calcanhoto!!! Parabéns, Natalya!!!

Eu achando que ia fazer surpresa e a danada já foi informada pelo aplicativo do sorteio no Facebook, afff... kkkk... Tropeços de principiante! Na próxima prometo que conto antes do sistema! Aqui o link para a página do resultado.

Natalya, por favor envie um e-mail para contato@euemeubebe.com.br para te passarmos as orientações de envio do seu presente.

Cangurus: Chicco Go x Ergo Baby

Eis um acessório que eu nunca imaginei que pudesse precisar. Sempre via papais e mamães transportando seus filhotes em cangurus, achava muito bonitinho, mas não via necessidade alguma em usar a peça. Tanto que durante o preparo do enxoval do João nem perdi tempo me preocupando com isso. Até que a maternidade, mais uma vez, me mostrou o outro lado da moeda.

Meu filhote nasceu, viemos para casa, as vovós – que moram em outra cidade – se revezaram para nos ajudar por aqui e estava tudo certo. Nessa época comecei a perceber o quanto um bebê – o meu pelo menos – nos requisita, mesmo que seja apenas para ficar juntinho, no aconchego do colo materno... Essa percepção coincidiu com a saga da babá eletrônica, lembram? (se não é da sua época, clica aqui! Rsrs...). E então na loja em que comprei o segundo aparelho que foi devolvido, optei pela troca por um canguru. Sim, comprei pela internet. E dessa vez deu certo. Uma rápida pesquisa me levou ao modelo Chicco Go.

 Chicco Go – o primeiro Canguru do João

O acessório foi entregue e já no primeiro teste o João, que ainda não tinha nem um mês de vida, dormiu tranquilamente com a barriguinha colada à minha. Só que eu tive ajuda para colocá-lo e tirá-lo de lá de dentro. Em algumas tentativas seguintes, sozinha, tive muita dificuldade em usá-lo pois com o bebê ainda molenguinha a tarefa era árdua. Acabei encostando o bichinho por não achá-lo muito prático. Afinal de contas eu mal saía de casa mesmo...

Então, um belo dia, me deparei com esse post do Macetes de Mãe e fiquei bem impressionada com o do tal do Ergo Baby. Me pareceu a maravilha das maravilhas em termos de facilidade de utilização. Coincidentemente, tinha uma amiga indo para os EUA, que havia se oferecido para me trazer algo de lá. Comprei pelo Amazon e mandei entregar no hotel dela. Ela quase surtou quando a embalagem chegou, rsrsrs... Disse que queria me matar quando viu o tamanho do trambolho. Pena não ter tirado foto, porque eu fiquei muito curiosa...rsrsrs...

Ergo Baby - o atual canguru do João

Enfim, o novo canguru chegou e fomos nós testá-lo. O João chorava cada vez que eu ameaçava colocá-lo lá dentro...

Achei bem fácil de vestir e de instalar o bebê, mas nessa época - o João devia ter então uns três e meio para quatro meses – não era nem um pouco confortável para ele ficar com as perninhas na abertura ideal para o encaixe na peça. Considerei incompatível com o tamanho dele e encostei o Ergo – existe um acessório específico para ser inserido nele e transportar recém-nascidos, o Infant Insert. Talvez com ele tivesse ficado mais confortável.  

Nessa época resolvi resgatar o Chicco Go e foi só felicidade. O João amava ser carregado nele tanto virado para mim quanto de frente para a rua. Mas acabamos usando pouquíssimas vezes, pois ele só comporta bebês de até 9Kg e o meu, mesmo antes de atingir esse peso, tinha as coxas grossas, que começaram a ficar apertadas e entalar, dificultando encaixá-lo na peça e ficando desconfortável para ele.

Hora de usar o Ergo Baby! Foram algumas tentativas até nos entendermos, mas fiquei craque e o João, que já está maiorzinho, se adaptou bem. Há umas duas semanas precisei ir ao shopping e ele dormiu profundamente lá dentro com o rostinho encostado no meu colo – delícia!!!  

Prós e contras dos dois modelos:

Chicco Go
Prós
Contras
Transportar bebês menores
Só suporta bebês de até 9Kg
O bebê pode ficar voltado para quem o transporta ou para a rua
As perninhas ficam penduradas
Fácil de vestir
Difícil de encaixar o bebê quando ainda é molenguinha


Ergo Baby
Prós
Contras
Transportar bebês maiores
Exige uma abertura de pernas incompatível para bebês pequenos - não testei com o Infant Insert, que talvez tivesse facilitado as coisas.
Facilidade para vestir e para inserir o bebê
Mantém as perninhas do bebê junto ao corpo do adulto
Não possibilita transportar o bebê voltado para a rua - existe a possibilidade de carregá-lo lateralmente sobre os quadris (veja o vídeo!), mas não é a mesma situação.
Divide o peso da criança entre as costas e os quadris do adulto, não sobrecarregando a coluna.
Suporta crianças com até 20Kg de peso

A Ergo Baby tem um canal no Youtube onde disponibiliza vídeos tutoriais para o uso do canguru em diversas posições, além de explicar detalhadamente a correta instalação do produto para cada uso. Vale a pena clicar para conhecer: http://www.youtube.com/user/ergobaby.

Resumo da saga: adoramos usar os cangurus, tanto eu quanto o meu bebê! Usamos pouco, porque ficamos praticamente enclausurados em casa até seus três meses de vida e quando saíamos estávamos sempre acompanhados e eu preferia o carrinho. Agora ele está beirando os seis meses e estamos usando mais, talvez por ele estar mais firmezinho e a mamãe aqui mais confiante. É muito prático, principalmente quando temos pressa e precisamos de maior mobilidade e das mãos livres – com ele posso subir e descer escadas, por exemplo, o que é impossível com um carrinho. Sem contar a sensação de segurança de ter o bebê colado ao nosso corpo o tempo todo – quem nunca se distraiu, por uma fração de segundo, de lado ou de costas para o carrinho e voltou a si apavorada com o “descuido”?

Papais e mamães que estão com seus cangurus encostados, vamos aproveitar o final de semana e levá-los a um passeio com seus babies?

Imagens: Reprodução 

Quarto de menino - detalhe cor de rosa!

No post de baby décor da semana passada postei quartos que usavam a cor rosa de uma forma um pouco anticonvencional. E o meu preferido entre eles era justamente um quarto de menino.
Eis que surgiu um comentário na fanpage do blog no Facebook (curte o Eu e meu Bebê por lá!) que me fez rir sozinha! A Valéria Cavalcante escreveu o seguinte:
O que eu mais gostei foi o último também, agora sinceramente, no quarto de um menino?! Só se for de mãe solteira, sabe quando nossos maridos deixariam?! Nunquinha!!! Kkkkkkkkkkkkk
E aí, pra limpar a barra do quarto – e tentar ajudar a Valéria a mostrar para o marido que uma pitadinha de rosa pode não ser feminino como se imagina! rsrsrs – resolvi postar hoje as fotos do quarto todo, que foi montado com um mix de cores lindo e inusitado.

Fundo bege com toques de azul e vermelho.

Listras em tons de verde numa das paredes.

Armário com porta em espelho e outra em vidro verde com serigrafia de girafa (fofa!).

As cores misturadas.

E um close do detalhe em rosa do post passado.

Tem ou não sinal verde para um quarto de garoto? Não achei feminino nem delicado...

Frase fofa preenchendo a parede. Menino; barulho com sujeira. Adoro!!!


Imagens: Reprodução 

Barriga de grávida

Semana passada a bela Carol Trentini – gravidíssima! - publicou no Instagram (segue o Eu e meu Bebê por lá: @euemeubebe) uma foto sua aos sete meses de gestação clicada pelo marido, que é fotógrafo.
Belíssima, conceitual, revelando apenas a silhueta em um pano de fundo descolado. Bem o estilo de foto que eu gosto!
Acabei me lembrando de uma imagem de outra modelo que eu amei quando vi - há um bom tempo! - e até guardei para me inspirar quando chegasse a minha vez.
Alessandra Ambrósio. Adoro o preto e branco, a nudez disfarçada pela pose e o efeito criado pela transparência da cortina. Só dispensaria as joias (mas esse ensaio foi campanha de uma joalheria...). Talvez usasse apenas belos brincos como esses... 
Só que eu engravidei, a barriga cresceu e acabei não fazendo o meu ensaio de gestante. Para ser muito sincera, não curtia a aparência da minha barriga. Não achava nada bonito nela. Era imensa e tal qual uma melancia: ovalada e achatada. Que fique claro que eu não tinha problema nenhum com o recheio, hein? Não rejeitei o bebê, gente, só não gostava da silhueta mesmo!
Mas não é porque eu não me sentia linda, que outras gestantes devem sentir o mesmo, certo? Pelo contrário, algumas mulheres ficam magníficas grávidas, com o ventre bem redondinho e silhuetas angelicais.
Muitas mamães se animam a fazer ensaios fotográficos nessa fase para eternizar o momento – o que eu considero super válido. Acho lindo um ensaio bem produzido, elegante e de bom gosto.
Por isso, busquei algumas fotos que considero muito inspiradoras para motivar as gravidinhas a fazerem ensaios os mais personalizados e diferenciados possíveis.
E como o assunto começou com top models, as fotos do post de hoje são de várias delas em “estado interessante”! Vamos vê-las?  


 



Perceberam que quase todas estão em preto e branco ou em cores muito suaves? Pouquíssima produção e adereços – afinal a maioria delas apostou na nudez.

Esse é o estilo de foto de gestante que eu mais aprecio. Afinal, menos é mais. 

E vocês, mamães, fizeram ensaio fotográfico durante a gestação? Moms to be, pretendem fazê-lo?

Imagens: Reprodução 

Chupa caca (ou Aspirador Nasal)!

No post de ontem eu contei como foi a experiência com o primeiro resfriadinho do João e finalizei aconselhando as futuras e recentes mamães a terem soro e um aspirador nasal sempre a postos.  

E conforme contei ontem, a saga do final de semana incluiu uma corrida desesperada à farmácia para buscar um aspirador nasal, apesar de já ter um em casa - mais uma das indicações da pediatra na consulta gestante: que comprasse um bem simples e o tivesse sempre à mão. A primeira parte eu fiz direitinho, já a segunda... (Como é que eu ia imaginar que meu pequeno teria um resfriado justo no dia em que estávamos fora de casa? Lembrete: manter sempre um deles na bolsa!)
  
Mas voltando ao que interessa, vamos falar dos aspiradores.
  
O que eu já havia comprado é da marca Lillo. Como fui buscar um novo às pressas numa drogaria em pleno domingo, era de se esperar que não haveria muitas opções, certo? Dito e feito! Eram apenas duas as marcas disponíveis: Lillo - igualzinho ao que tínhamos na gaveta - e Lolly. Optei por comprar o que eu não tinha, dessa forma poderia testar os dois e eleger um favorito. 

E assim foi. O da Lolly, que usamos na hora do sufoco, é menorzinho e tem o bico um pouquinho mais estreito, que se encaixa melhor nas narinas do bebê. Só que o acabamento plano da extremidade dá um medinho de machucar as narinas delicadas do pequeno, que se esquiva de todas a maneiras possíveis para impedir o acesso da geringonça ao seu narizinho - ele de-tes-ta!!! Mas é necessário, então a mamãe insiste bravamente. 

 Aspirador Lolly

Já o da Lillo é um pouco maior e tem o bico mais largo e arredondado. É um pouco mais difícil de acessar as minúsculas narinas, mas como é todo arredondadinho aparenta ser mais confortável - se é que é possível ter algum conforto com um pedaço de plástico sugando seus fluidos nasais... Além do mais, achei a sucção desse modelo mais forte e eficaz que a do outro.

 Aspirador Lillo

Resumo da ópera: dos dois modelos simplesinhos que testei, o eleito foi o da Lillo. Sei que existem outros muito mais sofisticados, mas nesse caso o comum e baratinho cumpriu super bem a sua função.

Essa foi a nossa experiência. Espero que possa ajudar outras mamães!

Alguém aí tem uma história – positiva ou negativa – com esses ou outros modelos do acessório? Conta pra gente!

Imagens: Reprodução 

A primeira vez a gente nunca esquece...

Ah, como esse ditado é verdadeiro! Principalmente quando é a primeira vez de algo que a gente prefere que nunca aconteça.

Tudo começou no sábado, com uns espirros do João ao cair da tarde. Até aí normal, afinal ele espirra desde que nasceu. Novidade nenhuma. Só que esses espirros foram ficando mais frequentes e na hora de colocá-lo no berço, o pequeno se debatia. Virava de um lado para o outro. Nervoso, irritado e choramingando.

Eu estava exausta, não havia me sentido muito bem e tive dor de cabeça o dia todo, então o coloquei na minha cama, entre o pai dele e eu, só até que ele conseguisse pegar no sono. Isso até aconteceu rápido, mas meia hora depois de levá-lo para o berço, o bichinho acordou e foi um berreiro só.

Normalmente, a nossa cama só é liberada para ele ao amanhecer, após a última mamada de manhãzinha ou quando o pequeno acorda muito cedo - entre 5:00h, 5:30hs da manhã – e eu simplesmente não tenho forças para levantar. Ali nos aconchegamos um pouquinho e ele dorme seu último soninho da “noite”. As sonecas durante o dia se revezam entre o berço e o carrinho e à noite, depois do banho, ele vai direto para o cantinho dele.

Só que - tamanho foi o chororô do baixinho - no sábado ele ganhou passe livre para sua primeira noite na cama dos pais. E eu, que já estava exausta, me acabei. Passei a primeira madrugada praticamente em claro desde a noite em que a bolsa rompeu e o João nasceu.

Meu bebê estava tremendamente agitado. Dormia um sono inquieto, virando-se a cada cinco ou dez minutos e distribuindo braçadas e pernadas para todos os lados. Eis que aconteceu: tosse! Meu coração se apertou, fiquei apreensiva. E aí se desenrolou o primeiro quadro de resfriado do meu filhote.


Ele acordou duas ou três vezes chorando – o que raríssimamente acontece (o choro!) – durante a madrugada. E, ao invés de mamar como de costume, só fazia chorar. Vinha para o colo, se acalmava, dormia e quando voltava para a cama mais vira-vira. E cof-cof...

No domingo de manhã, quando nos convencemos do que realmente estava acontecendo, tenta que tenta encontrar o pediatra e nada.

Dá-lhe lágrimas, espirros, tosse, nariz escorrendo (num serzinho daquele tamaninho!), vômito e diarréia... Nada de febre - pelo menos isso!

E o choro inconsolável daquele bebezinho que não sabe dizer o que sente e não consegue respirar nem mamar direito cortava não só o coração, mas a alma da mamãe aqui. Que tristeza vê-lo chorar daquele jeito e não saber o que fazer para aplacar a dor (?), incômodo (?), mal estar (?), irritação (?) – ou tudo isso junto... – do meu anjinho lindo.

Até que perto da hora do almoço conseguimos encontrar o pediatra que, com a maior calma do mundo, disse que nessa época do ano isso é muito normal. Que todo o quadro era até esperado visto mudança drástica de temperatura que ocorreu no final de semana e que a única coisa a ser feita era lavar as narinas do baby com soro...

Estávamos na casa da minha sogra e - palpite daqui, palpite dali - corremos para a farmácia (a caminho da casa da minha mãe) em busca de uma solução de cloreto de sódio (o tal soro!) e um aspirador nasal (que já tínhamos guardadinho na gaveta, completamente sem uso, mas de nada serviria a quilômetros de distância).

Chegando na casa da minha mãe, em meio a lágrimas, soluços, empurra a mão daqui, vira o rosto dali - e só não fala um palavrão porque ainda não desenvolveu a comunicação! - mandei-lhe uma gotejada da solução em cada narina e aspirei toda a secreção com o apetrecho recém-adquirido. E não é que o pequetucho foi se acalmando? Depois tirou uma soneca, acordou alegrinho, ficou nervoso novamente, repetimos a operação toda e pegamos a estrada. Com a vovó a tiracolo, claro!

Ao chegar, ele ainda estava meio borocoxô, mas bem mais calmo. Dormiu, tomou banho, mamou melhor. Mais cloreto de sódio e aspiração nas narinas... 

Acordou chorando bastante durante a noite. Mamou de novo, custou para voltar a dormir. 

Para agravar um pouco a situação, o segundo dentinho está rasgando e acho que tudo junto acabou de vez com o bom humor do meu filhote.

Mas hoje de manhã tudo estava muito melhor. A tempestade passou e a calmaria voltou, graças ao bondoso Senhor Deus!!! rsrsrs...

Mamães que ainda não passaram por isso, tenham a postos solução de cloreto de sódio e aspirador nasal. Descongestiona, limpa e acalma que é uma beleza!

Mamães que já estão escoladas no assunto, que tal contarem pra gente como passaram pelo primeiro susto? Eu adoraria saber que não fui a única que quase surtei de dó por aqui...rsrsrs...


Imagem: Reprodução