Marcadores

Quarto de bebê em rosa, bebê?

No meu post dessa semana lá no Bettys mostrei ambientes decorados com toques de rosa bebê. 

O engraçado é que amo a cor, adoro vê-la aplicada em ambientes despojados, clássicos, descontraídos, mas tenho uma resistência absurda a ela em quartos de bebês... Mas por que? Sei lá. Desconfio que porque, ao meu ver, oito entre dez mamães de meninas optam pela cor na composição dos quartos de suas bonecas. E abusam da coitadinha!

Para tentar me livrar dessa implicância, busquei alguns quartos com toques dessa tonalidade, algo que eu gostasse e que talvez até usasse se tivesse uma menininha.

Querem ver a minha seleção? Bora lá:

Apesar da saturação de rosa, gosto bastante do efeito da cortina e da composição com o avermelhado do protetor de berço.

Rosa em nuances, nas estampas das almofadas e em detalhes do lustre. Curti!

O rosa mais lindo aqui está na pele da pituquinha ao centro...rsrsrs... Fofa!!!

Que tal a cegonha representada em rosa flamingo?

Moderno, moderno. Com toques antique... Adoro!

Delicado

Outro exemplo onde ele é mais abrangente e me agrada um bocado.

Linda composição dos tons de azul e rosa. Amo essa contraposição de cores. Lugar cativo na pastinha de inspiração!

Em vários tons e espalhado.

Em outra composição bem sucedida.

Suave

 O meu preferido! Alguém adivinha por que? Amei a ousadia de colocá-lo num quarto de menino! Ponto pro rosa!

Alguém aí acha que eu sou doida? Ou compartilha das minhas ideias?
De qual gostam mais? Quero saber a opinião de vocês!


Imagens: Reprodução 

Baba baby

Quem segue o Eu e meu Bebê há algum tempo vai ser lembrar desse post aqui, no qual eu falava sobre a minha santa ignorância com relação ao uso de babadores por recém-nascidos.

Bom, o João está com cinco meses e meio e seus dentinhos estão nascendo – o primeiro já rasgou a gengiva e o segundo está a caminho, uma fofura! E entre outros sintomas, que merecem um post à parte, o principal é a quantidade de saliva que o pequeno produz. Isso posto, não preciso nem dizer que os babadores estão sendo mais úteis do que nunca, né? Imprescindíveis, na verdade.

Mas voltando ao post anterior, eu – propositalmente - omiti do dito cujo um tipo/modelo de babador: o bandana. Mas só porque ele merece um post para chamar de seu.

Quando vi um desses pela primeira vez achei lindo, mas olhei com certo preconceito. Me parecia feminino demais... Até que o João ganhou o seu primeiro - da dindinha dele - e eu comecei a vê-lo com outros olhos.

A peça é um acessório lindo - curinga até! - daqueles que enriquecem qualquer look simplesinho. Body branco, calça jeans e a bandana dá o tom!

Fala se não!

Sem contar o que é útil! Além de compor looks fofíssimos, as bandanas protegem o peitinho do bebê da umidade provocada pelo excesso de saliva. Essas peças normalmente são duplas, então o tecido “de cima” recebe toda a babeira, que não passa para o “de baixo”, deixando a roupa e a pele do bebê sãs e salvas.

Toda essa baba e o peitinho ficou sequinho!

Outro ponto positivo dessa peça é que ajuda a manter o peito e o pescoço da criança quentinhos quando a temperatura lá fora insiste em manter o indicador do termômetro lá embaixo.


Enfim, a bandana conquistou meu coração e uma gaveta exclusiva no guardarroupa do João. Tenho buscado cada vez mais opções da peça, pois de uns tempos para cá meu filhote só sai de casa com uma dessas no peito – vamos combinar que é bem mais bonito do que um babador comum, né? O bacana é que a variedade no mercado é infinita, afinal um retalhinho de tecido dá conta do recado – prendadinhas de plantão, super rola um DIY, hein?

Encontrei essa ilustração. Ajuda?

Separei alguns modelos para ilustrar minha teoria:

Ataque de fofura com esse baby... Fraldinha e bandana - no calorão precisa mais?














Imagens: Reprodução 

Cotton Cloud

Na última quarta-feira o Eu e meu Bebê completou seus primeiros mil seguidores na fanpage do Facebook e para comemorar lançou a promoção Somos Mil. E como prometido lá naquele post, hoje vou apresentar – para quem ainda não conhece – a Cotton Cloud.



Foi com muita alegria que lancei nosso primeiro sorteio tendo como brinde um produto da marca, porque já tenho uma história com ela.
Entre seis e sete meses de gestação, buscando produtos de bebês para finalizar o enxoval do João, encontrei o site da Cotton Cloud – da qual eu nunca havia sequer ouvido falar - e me encantei com sua proposta: produtos elaborados de forma sustentável, 100% em algodão orgânico certificado, sem uso de corantes artificiais. Peguei o telefone e tratei de agendar uma visita à loja.
Chegando lá, fiquei muito surpresa. E o João ganhou bodies, cueiros, macacõezinhos, conjunto de maternidade, toalha, lençol, cobertor e mantinha de tricot – se eu não estiver me esquecendo de nada, rsrs – para completar seu enxoval!
Minha experiência com os produtos da marca foi muito positiva, por isso indico com a maior tranquilidade. Meu bebê sempre atrai olhares e ganha elogios quando usa uma das peças de roupa – o conjunto de maternidade foi sucesso absoluto – sem contar o conforto e aconchego, a qualidade e durabilidade das peças.
Recentemente soube que o site da Cotton Cloud agora tem e-commerce! Gente, vale muito a visita! Aqui em casa nós viramos fãs e clientes fiéis. Tenho certeza que mamães e bebês vão se encantar com a maciez e o aconchego dessas belas peças feitas no mais puro algodão.

Eu e meu Bebê por um Brasil melhor

Desde o início dessa semana estou ensaiando um post sobre a onda de manisfestações que tomou o nosso país. Mas o que isso tem a ver com maternidade e bebês? Pensei em diversas maneiras de abordar o tema, mas ainda tinha dúvidas se escreveria sobre isso por aqui. Afinal, como diz o ditado: “andorinha só não faz verão”. 

Mas a cena muda quando ela vira multidão...

Então tomei conhecimento desse movimento super bacana que é o Protesto Materno! Que começou com uma dúvida como a  minha, quando a blogueira Beatriz Zogaib lançou a questão sobre usar ou não o blog para se manifestar num grupo de discussão no Facebook e o debate acabou gerando uma mobilização das mamães na rede, que culminou na criação da página Protesto Materno. Foi o que eu precisava para ter a certeza de que sim, eu devia me manifestar por aqui!

Aderi a campanha e convido todas as mamães, papais, avós, tios, dindas e afins a aderirem também, seja publicando seu protesto, curtindo a fanpage do movimento, compartilhando os links dos posts que acharem mais interessantes, falando sobre o assunto na rede – vale Facebook, Twitter, Instagram, etc...


Confesso que, no início, achei essa manifestação mais uma furada. Um grupinho fazendo arruaça por conta de um aumento de R$0,20 na tarifa do ônibus. Ah, façam-me o favor...

Mas aí, acredito que assim como a multidão que tomou as ruas do país,  comecei a me informar melhor sobre o movimento e ter vontade de botar a boca no trombone. Sim, porque, segundo o grande Aurélio, manifestar significa, entre outras coisas, “declarar, revelar, divulgar”. E manifestação: “movimento popular, ajuntamento de pessoas destinado a exprimir publicamente um sentimento, uma opinião política.”

Assim sendo, eis aqui o meu desabafo: até quando seremos obrigados a ver políticos enriquecendo repentinamente, farreando com o dinheiro que nós, trabalhadores honestos, pagamos em impostos abusivos em detrimento de saúde pública agonizante, educação semi analfabeta, segurança roubada e transporte estagnado? O mínimo que merecemos é respeito e isso se faz oferecendo condições dignas de sobrevivência e desenvolvimento humano para todas as classes sociais. Pronto, falei!

Mas isso muda alguma coisa? Não acredito. Porque manisfestações como essa não devem acontecer a cada vinte anos – a última foi o Impeachment do nosso digníssimo presidente Fernando Collor, em 1992, que hoje ocupa o cargo de Senador da República pelo estado de Alagoas – mas diariamente, com o exercício da cidadania por cada brasileiro.

Enquanto, como massa, reelegermos políticos corruptos, sonegarmos impostos, pagarmos propinas, furarmos filas, não respeitarmos os idosos, avançarmos sinal vermelho, não usarmos cinto de segurança ou respeitarmos a faixa de pedestres... Enquanto uma minoria se aproveitar de uma mobilização nacional para saquear estabelecimentos comerciais e danificar o patrimônio público e privado? Não, não acredito que esse país tenha jeito.

E o que nós, pais e mães, atuais ou futuros, de bebês e crianças temos a ver com isso? Absolutamente tudo! Afinal, são os pequenos de hoje que realmente podem fazer a diferença. Mas só se nós, enquanto educadores, trabalharmos duro na geração de cidadãos de caráter. E digo trabalharmos duro porque não basta dizer o que é certo e errado e nos penalizarmos na hora de fazer cumprir a boa educação. Precisamos, no exercício da maternidade/paternidade cobrar de nossos filhos que se portem de forma correta, que cumpram com seus deveres, que arquem com as consequências de seus atos – por mais duras que sejam. Porque é assim, e só assim, que conseguiremos criar cidadãos conscientes de seus deveres e direitos.  

Além de pensar no assunto, vamos começar a trabalhar? A minha parte, garanto, já estou fazendo! Porque um Brasil melhor para os nossos filhos só existirá quando deixarmos filhos melhores para o nosso Brasil.


#protestomaterno #ogiganteacordou #vemprarua #euemeubebeporumbrasilmelhor

Sonho em Preto e Branco

Quem me acompanha pelo Bettys já me conhece o suficiente – afinal já são quase três anos de posts semanais! - para saber que eu suspiro ao ver um ambiente em preto e branco e que essa é uma das minhas combinações de cores preferidas quando o assunto é decoração.

Então eu me deparei com as fotos desse quarto.


 Confesso que nunca havia sequer imaginado um espaço desenvolvido para uma criança decorado em preto e branco.

Gosto de cada detalhe nele. Tudo é muito harmônico, clean, elegante.

Adoro esse berço – afinal ele tem o mesmo estilo que o do João, né?

Essa foto é linda. A poltrona Egg com a marcenaria toda reta, simplista e esse papel de parede incrível formam um conjunto super expressivo.

 Gosto da produção da estante, do design da cômoda (viram que bacana esse encaixe para o trocador?) e do móbile de ovelhinhas.

Até os pontos pretos na parede – que na verdade são ganchos – foram uma sacada e tanto!

Essa foto mostra com clareza a perfeição com que esse espaço foi elaborado.

Só que mesmo sendo lindo, perfeito e muito bem composto – e apesar de eu amar cada um de seus detalhes – esse quarto não me emociona. Não toca o meu coração, não me convence. Mas por quê?

Pelo fato de ser sóbrio demais... Um bebê precisa de estímulos, cores, alegria. E nesse ambiente definitivamente não existe nada disso.

Sem contar que ele ficou perfeito na foto, mas já imaginou mantê-lo nessa concepção no dia a dia? Fazer o que com os ursinhos coloridos, os brinquedos de montar, os livros e demais utensílios do bebê – desde as fraldas descartáveis, passando pelas chupetas e chegando ao tubo de pomada contra assadura - que normalmente são de uma profusão de cores sem fim? Esconder tudo no armário? Montar outro ambiente para recebê-los?

Para mim esse quarto é utópico. É um quarto de sonhos – para ser mantido apenas neles!

O que vocês acham? Concordam com a minha opinião ou estou sendo exigente demais?


Imagens: Reprodução 

Somos mil!!!

Hoje é dia de festa! A fanpage do Eu e meu Bebê no Facebook acabou de alcançar seus primeiros mil seguidores. Obaaa!!!


Celebrando essa conquista, o blog ganhou um belo presente: sua primeira parceria. Com uma das marcas de roupas infantis que o João mais usa: a Cotton Cloud - que eu amo de paixão. Aguardem em breve post no qual apresentarei a marca com carinho para vocês.

Para tornar a comemoração completa, a Cotton Cloud separou um presente mega especial que será sorteado entre os leitores do blog e seguidores da fanpage: uma linda toalha de banho infantil listrada em cru e marrom. Querem saber o que é mais legal nessa peça? É feita em algodão orgânico, sem tingimento nem alvejamento, que nasce colorido pela própria natureza!

Olha só que presentão!!! O João tem uma dessa e nós adoramos!

Participar do sorteio é muito simples. Basta entrar na fanpage do Eu e meu Bebê, clicar em “quero participar” no link da promoção e compartilhar esse post no seu perfil. Aí é só torcer! 

Para encurtar o caminho, clica aqui!

Participarão do sorteio os seguidores que aderirem a promoção até as 23:59hs do dia 05/07/2013. O resultado será divulgado no dia 10/07/2013 por aqui e por lá.

Boa sorte a todos! E que venham muitos outros milhares de seguidores para deixar o nosso espaço cada vez melhor!

O Bumbo do João

Quem acompanha o blog há algum tempo certamente vai se lembrar do post sobre o Bumbo Baby publicado há quase dois meses. Quem não viu, clica no link para se inteirar do assunto e depois volta correndo para cá! (rsrs)

Pois depois desse desabafo e de ler os comentários, palpites e trocar idéias com outras mamães aqui no blog e na Fan Page do Facebook não resisti e comprei o Bumbo para o meu bebê! Fiz a compra pela internet e quase morri de ansiedade pela entrega.


No dia em que o recebi foi só alegria! Abri o pacote correndo e tratei logo de encaixar o João no nosso novo brinquedinho. E aqui tenho que fazer um "à parte": meu filhote é um bebê gorducho, de coxas bem roliças. Num primeiro momento, tive a impressão que suas pernas tinham ficado entaladas no assento. Mas não. Foi só fazer um movimento de “abrir” o encaixe com as mãos que as pernocas se acomodaram direitinho. E então lá estava meu pequeno: atado ao cinto de segurança, com as mãozinhas sobre a bandeja – porque eu fiz o serviço completo! - e tendo um senhor piti... Sério! Sacudia pernas e braços e choramingava. Não permaneceu ali nem dois minutos. Como ele vinha querendo muito se sentar, eu tinha certeza absoluta que amaria a novidade, mas caí do cavalo. Tamanha foi minha frustração que cheguei a cogitar solicitar a troca do produto.

Mas como sou muito persistente – para não dizer teimosa! – no dia seguinte tentei novamente. E fiquei menos decepcionada. Ele ficou ali por uns cinco minutinhos. Kkk... E assim, aos poucos, dia a dia, ele foi se adaptando ao apetrecho! Ufa!!!

 Quem me acompanha pelo Instagram (segue lá: @blogeuemeubebe e @mimariotto) já viu as fotos acima e abaixo.

Posso dizer que o tal Bumbo é um senhor aliado! Com a ajuda dele o João passou a ver e interagir com o entorno de um novo ângulo.

Sentado no tapete de atividades – que até então ela só via de baixo...

Está bem mais firme, quase sentando sozinho. E já iniciamos brincadeiras que certamente demoraria muito a conseguir introduzir.

Manuseando objetos.

Vrum...

... vruuummm. Para delírio do papai!

Mas essa foi só a minha experiência, gente. Tenho uma amiga que disse que achava muito fofo ver o filho dela no Bumbo, mas que ele não parava na geringonça nem por decreto. Já a Alexandra, que comentou no primeiro post, contou que os filhotes dela (sim, ela tem gêmeos!) não ficavam nem cinco minutos sentados. Sorte é que ela alugou para testar antes de comprar. Ufa, né? Já pensou perder dois de uma só vez?

Aqui em casa, com um pouquinho de paciência, a compra se transformou num belo investimento. Até porque já tem mais dois bebês na fila para usarem esse mesmo Bumbo quando o João não couber mais nele - o que, infelizmente vai ser logo. Mas quem não quiser correr o risco pode alugar, como a Alexandra, ou usar emprestado de alguma mamãe amiga por um tempinho. Fica a dica!


Imagens: Reprodução e acervo pessoal

Chegaram os Sleepbags da Carters

Oi, mommys! Hoje o post é bem rapidinho, mais pra atualizar este antiguinho, lembram?

Há dois meses, quando falei dos sleepbags, não havia nenhum desses ítens disponíveis no site da Carters.

Pois hoje tive uma grata surpresa ao abrir a página deles. A marca está lançando a nova coleção e já tem sete modelos disponíveis, entre masculinos, femininos e unissex.

Os que eu mais gosto são esses:



Bem a tempo do nosso inverno - se é que ele vai chegar!

Imagens: Carters



O Chá do João

Semana passada a Mariah, do Blog da Mariah, que está esperando uma menininha, e a irmã dela, a Marina, do Ask Mi, uma das organizadoras do evento, publicaram fotos do Chá de Bebê da Maria Antônia - cliquem nos nomes dos blogs para verem os posts, vale a pena!

Foi “O” Chá de Bebê! Uma festa temática, com direito a decoração inspirada nos anos 20 e convidadas a caráter.

Mas por que estou eu falando disso aqui? Porque me fez lembrar o do João.

Sou meio avessa a convenções, mas quis muito fazer um chá para o meu bebê. Para mim foi o momento de reunir pessoas que fizeram parte da minha vida, algumas que nem tinham me visto grávida ainda e com as quais eu queria compartilhar esse momento tão especial que foi a reta final da espera pela chegada do meu pequeno. Estavam presentes desde a minha babá - que eu não via havia anos - passando por amigas da minha mãe e da minha sogra, familiares e, claro, as minhas amigas.

Como reuni mulheres de diversas faixas etárias e diferentes círculos de amizades, tentei criar um clima intimista com um café colonial. Uma mesa bem servida com comidinhas simples e muito gostosas: bolos, pãezinhos, pães de queijo, sucos – industrializados e naturais - café, refrigerantes, petit fours, num ambiente bem descontraído. O evento foi realizado à tarde, numa chácara (a mesma do batizado – quem não viu, clica aqui) e se estendeu até o início da noite.
  



 Os petit fours foram servidos em fraldinhas feitas com guardanapos coloridos. As convidadas podiam degustá-los durante o chá ou levá-los para casa.

Não teve brincadeiras, adivinhações e pintura da mamãe, pois não sou muito fã dessas modalidades de interação. Afinal, já não tinha como deixar de ser o centro das atenções com aquele tamanho de barriga... rs...

Quem idealizou o tipo de festa e o que seria servido fui eu, mas como o chá foi na minha cidade e estou longe, as vovós se encarregaram de quase tudo, com uma ajudinha das minhas irmãs. Fiquei muito satisfeita com a minha escolha.

Quem tiver a curiosidade de olhar os links que eu coloquei no início do post vai perceber que os chás foram dois extremos: um foi uma mega produção e o outro um evento muito simples. O que eles tiveram em comum? Respeitaram os estilos e escolhas das gestantes e foram momentos especiais e inesquecíveis para ambas!

Dica de coração para as futuras mamães: façam um Chá - ou café, brunch, almoço, de fralda, de bebê, só com mulheres, com participação dos homens, com ou sem brincadeiras, etc... – seguindo exatamente o seu estilo de vida e a sua vontade. É um dos – senão O – últimos momentos de descontração reunindo muitas das pessoas queridas antes da chegada do novo integrante da família.

Encontro de barrigas: últimos momentos do João (recebendo um carinho da tia Vivi!) e do priminho Henrique antes de se conhecerem “cara a cara”, rsrsrs...


PS: Meu único arrependimento foi não ter contratado um fotógrafo para registrar o momento. Tenho poucas fotos boas da ocasião, feitas pelas minhas fotógrafas especiais Cleusa, Millena, Mirella e Lívia.