Marcadores

Babadores!?!

Se havia algo que eu simplesmente não entendia antes de ter um bebê era o motivo de alguém comprar babadores para recém-nascidos. Se a criança só começa a comer por volta dos seis meses de idade, qual é a lógica de ter montes de babadores em estoque desde o nascimento?

Aí o João nasceu e começou a mamar. E sugava com tanta vontade que o leite não cabia todo na boquinha dele e escorria pelas bochechas, molhando a gola e os ombros das roupinhas – e o corpinho dele por tabela, claro. Então cada vez que amamentava, eu precisava trocar, além das fraldas, também a roupa dele.

Só então percebi a utilidade dos babadores desde o iniciozinho das vidas dos babies.

Comecei a vestir babador nele sempre que ia amamentá-lo. E a cada mamada precisava de um novo, de tão ensopada que a peça ficava. Tive que dar uma incrementada às pressas no estoque, pois a quantidade que ele tinha não estava dando conta.

E como eu só aprendi na prática, acho que não custa nada avisar. Moms to be: bebês babam!!! Muito. Desde sempre. Se quiserem uma dica importante para o enxoval: babadores! Além de lindos, fofos, descolados e “incrementados” são, acima de tudo, uma mão na roda!

E estão por aí para todos os gostos! – e bolsos, diga-se de passagem...

Com dizeres fofos, engraçadinhos, espirituosos...



...de bichinhos...


...discretos...

...coloridos...

...descolados...

  
...vintage...

...circulares...

...retangulares, com “golinha”...

 
...artesanais...

Descobri que serão das peças de mais uso e maior longevidade no enxoval do João.


Às prendadas, são pecinhas tão simples que podem ser feitas com todo o amor e carinho, totalmente personalizadas para os seus bebês. Quem se aventura?


Imagens: Reprodução 

Bolas de prata

Uma das combinações de cores que eu mais amo é a do quarto de hoje: cinza e amarelo.

Só que aqui ela ganhou um toque a mais que fez toda a diferença, as bolas prateadas!

Mais uma opção de quarto unissex e lindo! Vamos aos detalhes?


Capricho e delicadeza impressos no composê pra lá de charmoso composto pelo bandô listrado em contraponto à cortina lisa, casados com o mega poá em prata das paredes com fundo branco e o efeito de listras criado pelas grades do berço.

Os detalhes em amarelo – que nessa foto aparece apenas nos quadros – são os responsáveis por trazer luz e calor à base neutra.  

“You are my sunshine... You make me happy when skies are grey...”

Dá pra pensar em algo mais amarelo do que um raio de sol? A alusão à música foi certeira aqui.

Outros pontos de luz com os detalhes em amarelo.


Tem coisa mais perfeita do que essa estante de livros “camuflada” na espessura da parede, no vão da janela? Máximo aproveitamento do espaço!

Eu só iria um pouquinho além, colocando um assento estofado nesse guarda-corpo e transformando esse cantinho da janela num confortável banco de leitura. 

E o mais legal disso tudo é que se dono do quarto enjoar do amarelo, pode facilmente substituir os detalhes. Também ficariam ótimas aqui peças em vermelho ou turquesa ou rosa chiclete ou verde-água ou laranja ou lilás...

Imagens: Reprodução 

Mãozinhas magnéticas

Será que existe algo mais magnético do que as mãozinhas de um bebê?


Há alguns dias fui ao supermercado com o João e sujei minha mão ao pegar uma penca de bananas. Encostei o carrinho dele bem próximo a uma das bancas de frutas e saquei um frasquinho de álcool gel. Nesse momento uma senhorinha muito simpática se aproximou e começou a falar com ele – sim, com ele, porque no primeiro momento as mães são invisíveis.

Meu filho é um bebê extremamente sociável, ri e “conversa” com absolutamente todo mundo - e fica incomodado se alguém se aproxima e não dá atenção a ele (aos quatro meses e meio de idade!). Mas voltando ao assunto, ele cativou a velhinha de imediato. Então ela notou a minha presença e começou a tecer elogios e mais elogios ao meu pequeno – que mãe não se derrete com isso? A mulher já estava perdoada por não ter me notado inicialmente, mas aí resolveu estender as garras de unhas enormes – pintadas de rosinha cintilante como toda vovozinha (ou seria bisa?) – e agarrou as mãozinhas do João...


Vontade absurda de passar um sabão (pra usar uma linguagem que ela certamente entenderia): “A senhora sabia que bebês vivem com as mãos na boca? Por acaso a sua está limpa? De onde a senhora está vindo? Certeza que estava com dinheiro nas mãos!!!”. Cara de paisagem... assim que ela virou as costas tasquei álcool nas mãozinhas do menino. 
        
Semana passada no passeio da tarde encontrei na rua uma vizinha voltando do trabalho. “Nossa como ela está grande. Que lindo!” E – como se os elogios fossem o passe livre para o ato - zap na mãozinha dele. E gruda. As duas. E alisa.

Inspira, expira, inspira, expira... Nesse dia eu só tinha ido dar uma voltinha no quarteirão. Sem álcool, sem lencinho, sem nada que pudesse usar para amenizar a situação. Lição, né? Nunca mais sair sem nada! Entrando em casa corri para a pia e dá-lhe água e sabão.

Gente, me segurei muito para não falar nada e não ser antipática. Para pessoas mais próximas, mais íntimas, eu até falo. Com cuidado, mas falo. Só que para desconhecidos eu não consigo...

Fazer o que numa situação dessa?

Acho que o governo deveria lançar uma campanha de saúde pública: Pegar nas mãos de bebês pode causar mal à saúde!

Por que não? Isso é uma questão de educação!

Mamães de plantão, o que vocês fazem, faziam ou fariam nessa situação?


Imagens: Reprodução 

Todo cinza...

Quem me conhece do Bettys e/ou acompanha meus posts por lá vai se lembrar deste, no qual eu contava sobre a minha gravidez, o sexo do bebê e a escolha do berço.

Pois bem. Só pelo berço o quarto abaixo já teria um espaço garantido no meu coração. Afinal de contas, como contei no post mencionado acima, ele era a minha primeira opção, o meu eleito para protagonizar a decoração do quarto do João. E olha como são as coisas: eu o queria exatamente assim, em cinza. E, se assim fosse, o cantinho do meu bebê certamente seria bem diferente do que é hoje.


Só que esse ambiente das fotos me conquistou por motivos muito além da escolha do leito do bebê. A composição dos tons de cinza foi responsável por chamar minha atenção, mas há muito mais a ser observado.

   
Sempre achei esse pendente (da Ikea) extremamente feminino. Pois aqui ele me provou ser bem neutro, valorizando um bocado o espaço.



Imagino que eu jamais optaria por essa cor e padronagem de tecido para a cortina – que a meu ver caiu como luva na ambientação.

E a marcenaria? Leve, discreta e ao mesmo tempo marcante. Também gosto demais dos brinquedos em madeira. Dão um toque retrô ao quarto moderninho.

A cor dessa poltrona é linda! 

Vocês percebem a composição do apoio lateral? Uma mesa em acrílico “preenchida” pelo que me parece uma caixa circular em branco. Excelente pedida para aproveitamento de espaço (já enxergo alguns brinquedinhos guardados ali dentro) e contraste com o cinza e a transparência.


E a generosidade que é o tamanho dessa cômoda? Sem contar o tampo em madeira que, compondo com a cor predominante e o carpete, confere boa dose de aconchego ao ambiente.

Acho esse quarto uma graça. Mais alguém aí o faria exatamente assim?   

Imagens: Reprodução 

Mamãe Princesa

Dizem que toda menina sonha ser princesa. Segundo os terapeutas é o efeito Disney. Confesso que tenho uma queda(ona!) por desenhos animados e amo pelo menos metade dessas personagens. E, vamos combinar, quem é que não quer uma vida de realeza?


Pois encontrei a varinha de condão para me transformar num misto de algumas (quase todas) dessas mocinhas: a maternidade! Desde que me tornei mãe ganhei características em comum com a Bela Adormecida, a Cinderela, a Bela, a Branca de Neve e a Ariel. Só que esse meu conto de fadas anda meio às avessas...  

Primeiro porque eu já tinha o meu príncipe e o “Felizes para Sempre” (ok, sem florear demais. Os problemas existem, mas nenhum que acabe com a harmonia do casal). Segundo, porque as características que eu ganhei foram as do início das histórias das beldades encantadas.
Querem ver?

Desde que meu bebê nasceu sinto o sono da Bela Adormecida, só que, ao contrário dela, há seis meses não durmo sequer uma noite revigorante, com oito horas ininterruptas de sono (no final da gestação já era impossível dormir).

 Sou mais a Bela do Shrek!


Estou sempre maltrapilha, descabelada e às voltas com os afazeres domésticos – que, por sinal, nunca acabam. Bem a fase “gata borralheira” da Cinderela.



Vivo enclausurada na minha torre particular, como a Bela - da Fera (ok, às vezes até rola uma escapadinha, mas já fiquei mais de quinze dias sem nem conseguir levar o João para tomar um solzinho...).



Sem dormir, exausta e sem sair de casa (preciso mencionar mal-tendo-tempo-para-comer?), a palidez é a da branca de Neve.



A única com quem eu tenho algo muito bacana em comum (até que enfim!) é a Ariel. O canto! (Vejam bem, eu disse o canto, não a voz). Há quase quatro meses e meio eu canto absolutamente todos os dias. E não pense que são só as cantiguinhas da Galinha Pintadinha, não, que o repertório por aqui é bem variado!

E quem me dera estar essa juba vigorosa...


Agora, quer saber a parte mais estranha dessa historinha? É que desde a chegada do meu pequeno príncipe - e apesar de tudo o que foi descrito até agora - o “Felizes para Sempre” ganhou uma turbinada!


Eu nunca estive tããããão apaixonada, feliz e realizada em toda minha vida!

Será que preciso de terapia? Rsrsrsrs... Só quem é mãe para entender tamanho despautério.


Imagens: Reprodução 

Protetores de berço


Um comentário sobre um detalhe do quarto do João na fan page do Eu e meu Bebê no Facebook no último final de semana me fez lembrar de um assunto bacana para tratar por aqui.

Mais um dos meus dilemas durante a gravidez foi entre usar ou não os protetores de berço. Pra dizer a verdade eu não queria. Achava meio over aqueles “travesseiros” fofos em todas as laterais do móvel. Os laçarotes amarrados nas grades, então, o que dizer? Menininha demais, né? Para agravar a minha implicância, andei lendo alguns textos e assistindo a matérias condenando o uso do acessório, que foi o causador de acidentes – infelizmente alguns fatais – com bebês pelo mundo afora, a maioria deles provocados pelas tiras de tecido usadas como amarração das peças.

Quando escolhi o berço, comecei a cogitar uma mudança de ideia, pois esse modelo específico não aceita os protetores fofos. Nesse caso, as peças são feitas com uma espuma plana, lisa e fina.

Eu queria que a fixação fosse feita com botões de pressão, sem deixar sobra de tecido. Mas na loja onde comprei o móvel não havia a possibilidade de mudar o sistema de fixação, que usualmente é feito pelas tiras amarradas às barras do berço. Os benditos laços... Como minha mãe é uma costureira de mão cheia, conversei com ela, que topou encarar o desafio. Só que eu ainda não estava completamente convencida a fazê-los.  


Protetores de berço convencionais.

Então, mais uma vez a consulta gestante com a pediatra foi crucial – quando eu digo que foi mega esclarecedora, não duvidem! rsrsrs... Coloquei esse assunto em pauta e ela, que deve escutar essa dúvida todos os dias, ponderou o seguinte: “Eu nunca tive um paciente que tenha se sufocado ou sofrido qualquer tipo de acidente causado pelo uso dos protetores de berço. Em compensação, já tive alguns casos de fraturas em braços, pernas e pezinhos de bebês que encaixaram os membros entre as grades do móvel e se prenderam ali, justamente pela falta desse acessório. Sem contar que no inverno essas peças ainda atuam positivamente no conforto térmico dentro do berço, impedindo a entrada de vento.” Pronto, a mamãe aqui estava convencida!  

E foi a vovó executar os protetores de berço do João – que no fim das contas ficaram bem discretos e seguros, na minha humilde opinião. E acabaram até “enriquecendo” a decoração do quarto.


O protetor do berço do João.

Só é importante lembrar de remover esses protetores quando o bebê aprender a ficar de pé, pois ele pode usá-lo como apoio para escalar as grades e acabar caindo do berço. Mas até o João chegar lá eu ainda tenho um tempinho!

E as outras mamães de plantão, tem alguma história sobre os protetores para dividir com a gente?

Imagens: Reprodução e Eu e meu Bebê

Amamentação: alimentação materna X cólicas do bebê


Ê assuntinho pra gerar polêmica esse! Sei que tem especialistas que garantem que a mãe pode comer de tudo, que a dieta materna não tem relação com essas terríveis dores, bem como sei que alguns bebês são mais e outros menos propensos a sofrer desse mal. Também sei que a minha mãe nunca fez dieta alguma e eu tive muitas cólicas enquanto minhas irmãs quase não as tiveram... Afinal de contas, qual é a relação entre a alimentação materna e as cólicas do bebê no período de amamentação?

Não sou especialista no assunto nem pesquisadora. Todo mundo sabe que sou mãe de primeira viagem e curiosa, certo? Então vou contar para vocês a minha experiência. Se alguém quiser tentar e der resultado, pelo menos terei ajudado uma mãe a ter dias – e noites! – mais tranquilos e livrado um neném de um bocado de sofrimento.

A primeira pediatra do João, durante a já comentada consulta gestante, me alertou contra pimenta e canela. Só. Segundo ela eram os únicos alimentos causadores de cólicas nos bebês. E eu que sempre ouvi falar de café, chocolate e tinha feito promessa de não tomar refrigerante durante toda a gestação, estaria liberada!

No dia da minha alta, tomei logo um belo copão de Coca-cola. Resultado: primeira noite de cólicas do João. Huuummm...  

Aí aquele meu pediatra do coração fez uma visita ao João em casa e conversamos um pouquinho a respeito. Ele é professor universitário, tem especialização em gastroenterologia pediátrica e mais de 30 anos de formação. É aquele cara que nunca para de estudar, pesquisar, se informar – acho que deve saber o que está falando, né? Acho não, confio cegamente no que ele diz. E a listinha que ele me passou não foi modesta, não...

Começando pelo grupo que ele me indicou moderação:
  
Leite e seus derivados numa quantidade máxima de 400ml por dia. Ok, essa até que é fácil! No dia em que sei que vou comer queijo, substituo o leite por outra bebida.


Mas aí a coisa começou a ficar complicada...

Alimentos que devemos evitar durante a amamentação:

Alimentos ácidos

Alimentos gordurosos

 Canela

Chocolate

Condimentos

Embutidos

Frutos do mar

 Grãos leguminosos – feijão, lentilha, ervilha, grão de bico...

Kiwi

 Pimenta

Refrigerantes

 Soja e derivados

Tomate e molho de tomate - para mim o mais difícil de todos!

Acho que não esqueci nenhum...

Não vou dizer que bani completamente todos esses alimentos do meu cardápio, afinal é difícil demais e eu não sou de ferro. Mas tenho evitado ao máximo cada um deles. E tem surtido efeito. O João teve pouquíssimas cólicas e é impressionante como é imediata a reação dele quando me esqueço ou relaxo um pouco e ingiro algum dos alimentos acima. Parece automático.

Para vocês terem uma ideia,  no final de semana que fui ao shopping após ele completar os três meses, almocei num restaurante árabe. Não tinha nenhum desses alimentos aparentes, mas culinária árabe leva muitos condimentos... Na manhã seguinte ele teve a pior cólica da história, tadinho. Nunca o tinha visto chorar daquele jeito.

Ah, a recomendação é para manter até os seis meses...

Então, mamães, cuidado com o que vão comer nesse final de semana. Moderação e muita tranqüilidade a todas!

Quem aí tem alguma experiência nesse campo para nos contar?

Imagens: Reprodução 

Quarto azul para menina?


E por que não? Azul e muito feminino! Nesse caso em azul Tiffany, com predominância de branco e dourado. Muito, muito delicado.


  
 


Mais um para a minha pastinha de referências...

Imagens: Reprodução