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Look do dia: Evento Dia das Mães ou Vivendo e Aprendendo


Semana passada eu e o João recebemos um convite muito especial: a querida Cris Tamer, do Bettys, receberia para um chá em homenagem ao Dia das Mães na Burberry do JK Iguatemi. Seria meu primeiro evento de dia das mães com meu bebê, estava super animada!

Esse evento foi hoje. Escolhi com carinho a roupinha dele e deixei tudo certo. Me vesti, maquiei, penteei e esperei que ele acordasse para mamar e irmos tranqüilos. Mas o pequeno me pregou uma peça e resolveu dormir um pouco além do horário esperado. Ficamos com o tempo contado, mas ainda assim eu o vesti e coloquei no carro. Só que, depois de 15 minutos parada no trânsito ainda no quarteirão do meu prédio, fiquei com medo de pegar um congestionamento monstro com ele e voltei para casa.

A sorte é que o papai já tinha chegado e ficou com ele para que eu pudesse ir sozinha. Detalhe: levei menos de dez minutos para chegar lá nessa segunda tentativa. Paciência, acho que não era para ele estar comigo...

Mas como a produção foi feita, eis o look que escolhi para ele. Com direito a foto no bebê conforto!










Fotos: Eu e meu Bebê 


Benvinda ao fraldário


No último sábado dei início à minha reintegração à sociedade. Sim, porque eu passei os últimos três meses enclausurada, esperando ansiosa pela finalização do primeiro ciclo de vacinas do João. Recomendações médicas são recomendações médicas – e eu sou caxias! Jamais assumiria a postura de expor meu bebê a um risco desnecessário. Mas isso é assunto para outro post, certo?

Fato é que - bebê devidamente vacinado e mamãe necessitando ver gente e comprar umas roupitchas novas - no final de semana passado resolvemos ir a um shopping. Mas não podia ser um shopping qualquer, afinal seria a estréia do João num lugar público fechado e movimentado. Precisávamos de um ambiente confortável e com o mínimo de infra-estrutura para receber o nosso pequeno. Internet, Google – santa modernidade! - pesquisa feita e o eleito foi o JK Iguatemi. O shopping eu já conhecia. Corredores amplos, arejado, bem iluminado - tudo ok! A novidade ficou por conta do fraldário. Li bons comentários a respeito, mas não fazia ideia do que me esperava.

Preciso dizer que nunca tinha entrado num espaço desses e acho que comecei em alto estilo – o único problema é que a referência fica lá em cima, né?

O espaço foi todo pensado com muito cuidado e carinho. Não sei quem foi o responsável pela decoração, mas ficou um primor. Tudo feito com o maior capricho!


Na entrada uma placa fofa pede que estacionemos o carrinho e a recepcionista nos direciona para a sala mais adequada. Eu fui para a sala de amamentação, que tem duas poltronas, pois estava acompanhada pelo meu marido. Entre as poltronas, uma mesinha apóia garrafinhas de água. Ainda tem um cadeirão para alimentação e uma marcenaria delicada decorada com objetos infantis.

Sala de amamentação
       
Acabando de mamar, ele precisou ser trocado e fomos encaminhados para a sala azul, que é uma área privativa para amamentação e troca. Nela figuram uma poltrona e uma mesinha lateral para amamentação, um cadeirão para alimentação de bebês maiorzinhos, mas o ponto alto é o trocador com a bancada com cuba e misturador. Numa prateleira acima da bancada são disponibilizados produtos para a higiene do bebê – inclusive a fralda é oferecida pela recepcionista quando nos dirigimos a essa sala. Como ela são também a rosa e a amarela.

Sala azul – o João ficou encantado com os bichinhos da decoração das paredes.

  Salas rosa e amarela.
 
O fraldário ainda conta com uma sala de troca comunitária e uma sala de papinhas, com cadeirões e microondas para aquecimento do alimento.


Destino certo para quando quiser dar uma arejada com todo o conforto para o meu pimpolho!

Fotos: Eu e meu Bebê 

baby&me

Bebês, além de ser o nosso mais precioso presente, são a melhor expressão do futuro.

Parece que, além de mim, o mundo da publicidade também descobriu isso! rsrs...

Com mais de 35 milhões de visualizações, esse vídeo da Evian é uma delícia.

Quer algo melhor para comemorar a chegada do final de semana ensolarado - e levantar qualquer astral! - do que bebês fofos dançando e uma trilha sonora inspiradora?

Bom final de semana!!!  

BFF


Best friends forever? Se o assunto for amamentação, com certeza!

A sigla significa Breast Feeding Friend e trata-se de um aplicativo sem o qual eu não vivo desde que comecei a usar, quando o João tinha seis dias de vida. 

Eu tinha baixado antes do nascimento dele e esquecido completamente...



Pra mim era loucura demais com todo aquele cansaço e sem dormir, conseguir lembrar qual foi o lado em que o bebê terminou a última mamada. Sem contar que ter que ficar marcando quanto tempo ele mamou de cada lado, a que horas e quantas vezes ao dia era um motivo a mais de estresse. (E os pediatras pedem essas informações!)

Pois esses problemas acabaram desde que comecei a usar esse APP tão simples e tão útil.


Na página principal figuram dois cupcakes. Basta selecionar o lado em que iniciará a amamentação, “dar o play” e pronto: o aplicativo cronometra a mamada até que você pare ou pause a contagem. 

Ótimo para bebês como o meu, que adoram parar e bater um papinho enquanto se alimentam! Dá para ter um parâmetro de quanto tempo eles passam efetivamente mamando.

Sem contar que a ferramenta registra tudo por data e hora, então é possível ver quantas vezes você amamentou no dia X e quanto tempo o bebê ficou de cada lado, em cada mamada. Ainda tem um gráfico que relaciona tempo e número de mamadas – que eu nunca usei para nada, mas tem.

Não desgrudo mais do celular na hora de amamentar!!! 

Dica de melhor amiga para quem está amamentando ou pretende fazê-lo, hein?

Imagens: Reprodução 

Baby girl modern room


Inspiração para quarto de bebê de hoje: quarto moderno para menina!

Esse é um que eu gosto demais. Nada de mundo cor de rosa, bem colorido e ainda assim feminino e delicado!

O grafismo do tapete é neutro e chique. O contraste desse azul com o vermelho da saia do berço ficou lindo!  

Mobiliário conciso e prático. Na medida para o pequeno espaço.

Sou fã dessa combinação moderna e colorida que permeia a colcha e os quadrinhos da parede.


Gosto bastante dessa composição de objetos “aleatórios” na parede, com a inicial do nome do bebê em destaque.


Esse móbile de nuvens e balões é fofo que só! DIY para as prendadas, hein?

Toque frufru sem ser enjoado nos babados da saia do berço.

E aí mamães de meninas, gostam dessa decoração? Se eu ainda tiver uma menininha quero um quarto desse estilo!

Imagens: Reprodução





 

Bebê quentinho


Gente, ontem coloquei o João para dormir de body de manga comprida, meia, culote e macacão. Cobri diretinho com lençol e manta bem presos nas laterais do colchão para evitar acidentes e de quebra deixá-lo bem aquecido. Como não está tão frio, tinha certeza de que estava perfeito. Mas não estava...

Quando ele acordou para mamar às 23:30hs, fui pegá-lo no berço e ele estava com o rosto e as mãozinhas gelados. Que dor no coração! Aí, enquanto ele mamava, fiquei pensando como eu poderia deixá-lo bem quentinho. Me lembrei de um saco de dormir que comprei para o enxoval dele, da Carters, de um material chamado microfleece, que é tipo o nosso soft, super quente. Tirei o macacão, mantive meia, body e culote, coloquei o saco de dormir por cima e ele voltou para o berço, para debaixo das cobertas. Acho que surtiu efeito, pela primeira vez ele dormiu a “noite toda”, das 0h às 06:15hs!

Meu salvador da pátria: o sleep bag de girafinha da Carters!


Acordei hoje desesperada por mais um desses, afinal uma hora a girafinha vai ter que tomar banho. Entrei no site da Carters, mas como no hemisfério norte agora é primavera, nem sinal de saco de dormir entre os itens disponíveis.

Minha mãe, costureira de mão cheia, disse que vai fazer outros para ele - de flanela e moletom. Mas como sei que só vou poder contar com isso para daqui umas três semanas, revirei o Google em busca de outro desses. Encontrei no Amazon, da própria Carters, mas a um preço muito mais alto do que eu paguei e – tendo que esperar o prazo da importação – achei que não valia a pena. Acabei encontrando num site nacional e encomendei uma segunda opção para o João.  

Saco de dormir de elefantinhos, a segunda opção do João.


Até conheço uma marca nacional que tem um modelo desse bem quentinho, acho que de matelassê, mas sem as mangas - que, na minha modesta opinião, fazem muita falta.
Para as mamães prendadas, está aí uma ótima dica de Do it Yourself! É realmente muito simples.

Para as futuras mamães que estão fazendo os enxovais de seus babies e moram em regiões um pouco mais frias, onde as casas não contam com calefação, como São Paulo, fica a dica de um item essencial para o enxoval!


Eu amo os da Carters! Essas são outras opções que eu encontrei para meninas e meninos.



Imagens: Carters

Historinha da família


Dia desses minha irmã – Millena – me enviou a seguinte foto pelo Facebook (já curtiu a página do Eu e meu Bebê?):




Amei!!! Ideia singela e delicada que pode ser usada como decoração no quarto do baby ou até para dar a notícia da chegada dele(a) aos familiares.

E como estou com tempo de sobra (not really!), tratei logo de imaginar uma releitura com a história da minha família, que ficou assim:  
                

   

Como eu pretendo que essa história tenha uma continuação, já pensei nas duas possibilidades mais plausíveis:





Qual será que vai ser a minha?

Vou mandar fazer o quadrinho no capricho e posto finalizado para mostrar como ficou, ok?

A imaginação foi longe pensando nas mil e uma possibilidades! Quem se habilita a tentar a sua?

Imagens: Reprodução 

Filho meu não vai usar chupeta!


Oi?

Não preciso nem dizer que é mais uma da série “pagando a língua”, né?

Sempre achei muito feio criança de chupeta. Agora, olhando para o João dormindo com a dele aqui do meu lado, até acho bonitinho...rsrsrs...

Antes de ser mãe pensava que jamais colocaria uma chupeta na boca de um filho meu. Além de achar feio, considerava as implicações na formação da arcada dentária e a interferência na amamentação. Para que fazer uso de um objeto que só traz prejuízo?

Mas um belo dia li uma matéria que dizia que a dita cuja, não bastasse acalmar os bebezinhos, evitava a Síndrome da Morte Súbita – frio na espinha só de pensar. Ponto pra chupeta!

Na consulta de gestante com a pediatra – vou fazer um post sobre isso! – ela disse que seria melhor evitar, mas que antes chupeta do que dedo na boca. Hum, parei de novo para pensar.

Saí e comprei uma para deixar de reserva. Vai que...

Ainda assim, o João nasceu e eu tentei evitar usá-la, relutei com a danada. Mas na primeira semana em casa, ele impaciente, veio a vovó e tascou-lhe a chupeta na boca. Reação instantânea! Parecia que tinham tirado o menininho da tomada!!!

E então, mais uma vez eu me rendi. João ganhou mais algumas chupetinhas para a coleção. Começamos com uma da Nuk, depois da Chicco, depois a da Philips Avent, que ele amou! E eu também, diga-se de passagem, porque é a mais bonitinha e mais discreta delas, com as abas transparentes, além de ser indicada por ortodontistas.

 
Chupetas Philips Avent – as eleitas do João e da mamãe. Depois dessa ele rejeitou todas as anteriores.


Ela vem com uma tampa muito prática!

 A pediatra indicou a da Mam, que é ortodôntica, mantém os lábios do bebê unidos e tem um bico que reproduz o formato do mamilo dentro da boca. Ela vem numa caixinha ótima, que protege a chupeta e facilita a esterilização.



 A da Mam de frente e de perfil. Super moderna, mas não teve jeito, o João não quis nem saber se ela era a mais indicada anatomicamente...

Comprei uma para experimentar e então substituir as demais. Mas quem disse que o João gostou? Ele parecia a Maggie Simpson com a chupeta na boca, de tanto ruído e movimentação que fazia. Ia pegando no sono e despertava com o barulho da chupeta, acreditam? Não teve jeito, acabamos ficando com a da Avent!

E daí tirei mais uma lição: tentar aos poucos, um modelo depois outro para ver com qual a criança melhor se adapta. Não tem preconceito ou “superioridade” que falem mais alto do que o conforto do bebê.

Imagens: Reprodução 

Aplicativo Itaú Criança


Encontrei sem querer esse aplicativo do Itaú para animação de histórias infantis. O nome é Itaú Criança e faz parte do programa que a instituição lança anualmente na época do dia das crianças – Leia para uma criança. Eu tenho todas e amo os livrinhos dessa coleção! 



Eu que leio para o João desde seus primeiros dias de vida, achei a proposta muito bacana.

São três ferramentas. A primeira – e melhor de todas na minha modesta opinião – é a Engenhoca de Sons. Selecionando o tipo de história, o tipo de som ou uma lista em ordem alfabética é possível encontrar os mais diversos efeitos sonoros para animar as historinhas infantis. São sons de aplausos, risos, choro, cavalo, floresta entre muitos outros. Bem completinho!


 A segunda funcionalidade são as máscaras divertidas. É só escolher um dos cinco personagens disponíveis e ter uma parte de seu rosto ampliada na tela do aparelho. Ainda não testei, mas acredito que uma criança maiorzinha vai adorar a brincadeira!


E a terceira ferramenta é a Anima Livro. Nela, a gente seleciona um dos três títulos dos livros da coleção do ano passado e surgem quatro opções fofas de animação para cada um dos livros, com a indicação da página à qual a mesma se refere.


Acho que o João vai amar essa brincadeira daqui a uns anos! Ele e toda criança que goste de se perder no mundo do faz de conta!

Imagens: Reprodução 

Babá eletrônica para que?


Se existe um fato recorrente na minha vida pós maternidade ele pode ser denominado “pagar a língua”. É o que eu mais tenho feito ultimamente! Será que com todo mundo é assim?

Vamos ao fato.

Michelle gestante:
- Para que babá eletrônica com o quarto do bebê a uma porta de distância do meu?

Uma semana depois de se tornar mãe, a mesma Michelle:
- Preciso de uma babá eletrônica urgente!!!

Verdade, gente. Achava totalmente desnecessária uma babá eletrônica num apartamento pequeno. Eis que uma semana após chegarmos em casa, deixei o João com cólica no berço e fui até a cozinha esquentar uma bolsa térmica para aquecer a barriguinha dele. Quando voltei o menino estava roxo. Tinha engasgado. Não respirava nem fazia ruído algum, só um gesto desesperado de tentar recobrar o fôlego. Quase morri de susto, nervosismo e preocupação. Naquele segundo eu desejei uma babá eletrônica mais do que tudo na vida e percebi o quanto ela seria útil.

E aí deu-se início à minha saga! Porque a minha busca pela babá eletrônica foi exatamente isso: uma saga!

No mesmo dia pesquisei em vários sites as marcas e modelos que já havia lido a respeito. Minha maior preocupação era com o prazo de entrega - pode ser para agora? Acabei comprando uma que foi entregue dois dias depois. Ufa, problema resolvido! Nada disso. A bichinha simplesmente não funcionava como eu imaginava. Comprei com câmera, mas o monitor só ligava quando o bebê fazia barulho, não havia a opção de deixá-la constantemente ligada. Resumo da ópera: resolvi devolver e comprar outra. 

Só que no dia seguinte uma amiga – anjo!!! – veio até a minha casa nos visitar e me emprestou a dela, que já não estava mais usando. Simplesinha, só de áudio, mas excelente! Resolvi comprar uma igual, mas o modelo não existia aqui no Brasil – a dela veio dos EUA. Ok, mas sendo a mesma marca – super conceituada no mercado de produtos infantis, diga-se de passagem - deve funcionar tão bem quanto, certo? Não funcionou. Recebi o pacote e fui toda contente instalar o aparelho no quartinho do João. Era só chiado e estática. Lembrando que eu estou numa área urbana, super povoada e moro em apartamento, o que prejudica um bocado o funcionamento desses equipamentos.

A essa altura minha amiga me aconselhou a não comprar e ficar com a dela. Depois do trauma era a solução perfeita! Fiquei com ela por dois meses e tudo lindo. Mas, como nada é perfeito, ela – a amiga - precisou viajar e o filhinho dela, com um ano, ficou com a avó que mora numa chácara. Lógico que ela precisou da babá, né? Tadinha, disse que me devolveria na semana seguinte, mas a essa altura eu já não podia mais viver sem esse acessório santo. Resultado: vovó escalada para bater perna, procurar e testar, até encontrar a babá do João. Afinal, ficou a lição de que esse é o tipo de coisa que não se compra pela internet. E – thanks God! – ela encontrou.

Acabamos escolhendo um modelo com câmera, já que era a nossa primeira opção. E essa foi perfeita. Custo-benefício excelente, funcionamento idem! A eleita: Kind Cam DL M0011.


A câmera precisa ficar o tempo todo ligada na tomada, mas como fica sempre no mesmo lugar, sem problemas. O monitor funciona também a bateria, com ótima autonomia. Tem opção de câmera constantemente ligada e um recurso em que liga apenas quando o bebê faz barulho – e ela capta qualquer respiraçãozinha mais alta! – o que é ótimo para dormirmos bem nas poucas horas em que isso é possível.


Essa é a minha. A imagem é excelente!

A tempo: tenho uma amiga que comprou a da Motorola e também gosta bastante. A única queixa é a autonomia do monitor quando funcionando a bateria. A dela dura muito pouco tempo.

Alguém mais teve uma experiência complicada com babás eletrônicas? Qual foi a escolhida de vocês?

Imagens: Reprodução 

Baby decór - O quarto do João


Essas fotos foram publicadas originalmente no Bettys . Não pretendo misturar o conteúdo daqui com o que eu publico por lá, mas não tinha cabimento nenhum começar a postar Baby Décor sem que fosse com as fotos do quarto do João, concordam?  

Então começando a TAG com o pé direito, esse é o quarto do meu baby!!!









 

Reconhecem o papel de parede do teto?

Fotos: Eu e meu Bebê